Reforma Tributária na Gestão de Resíduos: o que muda na prática com o IBS e a CBS?
Se a sua empresa atua no setor de gestão de resíduos ou depende de fornecedores dessa área, agosto de 2026 trouxe uma novidade que exige atenção imediata. No último dia 3 de agosto, iniciou-se a fase prática da Reforma Tributária, marcando uma nova era na emissão de documentos fiscais no Brasil.
Há uma grande mudança com a obrigatoriedade do preenchimento dos campos do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e da CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) nas notas fiscais eletrônicas.
Porém, antes que isso gere trabalho extra ao setor financeiro da sua empresa, é importante entender exatamente em que fase estamos e como a tecnologia pode transformar essa transição burocrática em um processo automático e seguro.
A fase de testes: o que significa a alíquota de 1%?
Nesta etapa inicial, as empresas não terão um aumento real na carga tributária imediata. A Receita Federal instituiu esta fase como um período de testes e adaptação dos sistemas emissores.
Atualmente, a alíquota de referência exigida nas notas fiscais é de 1% (sendo 0,9% de CBS e 0,1% de IBS). Neste momento, essa informação tem um caráter meramente informativo. Não há cobrança adicional ou efeito financeiro efetivo, o objetivo é garantir que os sistemas de faturamento das empresas já estejam aptos a transmitir esses dados ao FISCO.
Apesar de não haver impacto no caixa agora, a conformidade é obrigatória. Enviar notas sem esses campos preenchidos, ou configurados incorretamente, pode resultar em rejeição do documento, atrasando o seu faturamento e, consequentemente, o recebimento de clientes.
Por que o setor de Resíduos precisa de agilidade fiscal?
A operação de gestão de resíduos já possui uma alta complexidade logística e contratual. São diferentes tipos de materiais, exigências ambientais rigorosas, rotas variáveis e contratos com particularidades únicas. Quando somamos a isso as exigências de emissão de notas de serviço e de produto com novas regras fiscais, o risco de falha humana aumenta exponencialmente.
As empresas que tentarem gerenciar essas adequações tributárias de forma manual ou através de processos antigos enfrentarão riscos reais:
- Atrasos significativos no faturamento mensal por rejeição de notas;
- Inconsistências fiscais que podem gerar desgaste e multas;
- Perda de confiança por parte dos clientes em função de erros que seriam evitáveis.
Como o SISGR já preparou o sistema para essas mudanças?
Focada na segurança da sua operação, a equipe do SISGR preparou uma série de atualizações e novas funcionalidades. O objetivo é garantir que a sua gestão não perca tempo produtivo configurando regras complexas na mão.
1. Automação total para o IBS e CBS nas Notas Fiscais
Foram realizadas as adaptações necessárias nos sistemas para atender integralmente à reforma tributária, cobrindo tanto a emissão de notas de serviço quanto de produto. O sistema agora traz o checkbox da reforma marcado automaticamente, seguindo as configurações e confirmações previamente alinhadas com os clientes. Assim, sua equipe não precisa se lembrar de marcar opções manualmente a cada faturamento.
2. Novos dashboards e exportações precisas
Um sistema eficiente precisa dar visibilidade à operação. Por isso, introduzimos um novo dashboard operacional e aplicamos melhorias estruturais nos relatórios de inadimplência e personalização de documentos. Nossa equipe técnica também realizou uma correção fundamental e o refinamento na exportação de agendamentos sintéticos, assegurando que todos os filtros funcionem de maneira fluida e exata, otimizando as rotinas administrativas.
Sua operação está pronta para o futuro?
Mudanças fiscais chegam com prazos rígidos, mas o preparo real não precisa ser estressante. Com o SISGR, você garante que sua gestão de resíduos opere sempre em conformidade, com automação, segurança e praticidade.
Não espere que o primeiro erro fiscal aconteça. Fale com nosso time hoje mesmo e descubra como o SISGR descomplica a sua operação.
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